A eleição no Vasco está suspensa. A Justiça acatou pedido de tutela provisória feito por Faués Cherene Jassus, o Mussa, presidente da Assembleia Geral do Vasco. Na noite desta última sexta-feira, o desembargador Camilo Ribeiro Ruliére derrubou a liminar que determinava eleições online para o próximo dia 14.

As urnas, no entanto, seguem abertas e os sócios continuam depositando seu votos. De acordo com o Vasco, só haverá interrupção quando chegar ao clube a decisão do STJ. O pleito começou às 9h55 e tinha previsão de terminar às 22h.

Quando saiu a decisão, houve gritaria e comemoração dentro do ginásio dos apoiadores da Sempre Vasco e Mais Vasco, chapas, respectivamente, dos candidatos Julio Brant e Jorge Salgado. Ambos eram contrários à realização da eleição nesta sábado, após a decisão a Justiça na noite de sexta.

O presidente Alexandre Campello, no entanto, condenou a decisão. Ele concorre à reeleição.

“É lamentável. É um absurdo as eleições no Vasco serem decididas sempre na Justiça. Não se respeita absolutamente nada. E você vê o desrespeito com o sócio aqui às 19h45, todas as pessoas que estão aqui trabalhando para essa eleição, viraram a noite para que ocorresse. Estamos aqui desde às 7h trabalhando na eleição, o sócio veio, enfrentou fila, esperou para exercer o seu direito de voto e aí eles entram na Justiça suspendendo essa decisão, que eu acho que só atinge o sócio e o Vasco. Mas eles estão comemorando, comemoraram como se fosse um gol. É impressionante a irresponsabilidade dessa turma”, disse Campello.

Autor: Maximino Brügger Perez

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